NOTA: Antes que alguno farabutto me chame de homofóbico, favor ler essa nota esclarecedora e definitiva sobre o assunto.

Non é de oggi que “A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy”  tem una fama de filme gay. Muitos textos já foram escritos sobre o assunto, principalmente lá fora. A intenção desse meu texto non é a de ser pioneiro, portanto, mas sim de reunir em  uno só lugar teses que foram colocadas em vários textos diferentes per autores diferentes. Também non é intenção desse texto promover a homofobia. Deixo isso para políticos incompetentes que, sem ter o que dizer, resolvem falar de “kit gay” e otros absurdos (ainda diz que é compatriota do mio Padrino. Mio San Gennaro!).
Ao contrário de Karate Kid 3, neste filme, os subtextos gays são todos intencionais. O roteirista David Chaskin afirmou no documentário “Never Sleep Again”que escreveu uno roteiro gay de propósito, sem que o diretor do filme, Jack Sholder, desconfiasse de nada. Mark Patton, intérprete de Jesse, o personagem principal, é gay na vida real e diz que a sua afetação no filme foi acidental. Simplesmente ele foi ele mesmo. E deu no que deu (e como deu):
1 – “O homem dos seus sonhos está de volta”
Parece cretino usar uno slogan de dupla interpretação para provar una teoria, mas acreditem: Depois que vocês virem as otras provas, vão entender que desde o início os produtores dessa bomba estavam tentando nos alertar do que veríamos nesse filme. Mais  ou menos como fazia o Ricky Martin antes de sair do armário.
2 – Gritinho de moça
Existe uno termo no cinema de horror, chamado scream queen, que dá nome às mocinhas, especialistas em soltar gritos de pavor quando encontram o monstro/assassino. Pois mesmo sendo homem (biologicamente falando), Mark Patton pode ser incluído nessa categoria. Nem a atriz dos primeiro e terceiro filmes conseguiria fazer melhor.


3 – Sem camisa e suado o tempo todo

Quem assistir, poderá achar que quem escreveu o filme foi aquele cara da Globo que colocava o Marcos Pasquim sem camisa o tempo todo na novela. Há una obsessão incomum do diretor de arte desse filme (outro gay, segundo fontes) em mostrar o tórax magrelo do Mark Patton. Como Freddy Krueger ataca principalmente nos sonhos (apesar de que nesse filme ele se materializa no mundo real), tome cena do ragazzo de pijama ou sem camisa. Mas isso ainda é pocco.



4 – Trejeitos afeminados

Non bastasse ficar suadinho o tempo todo e gritar igual mocinha, Jesse consegue ser mais afeminado que o Nathan Lane, que faz a bichinha afetada da segunda versão de “A Gaiola das Loucas”. Sério, com ele o Robin Williansteria muito mais trabalho para ensinar a agir como homem hétero. Dá mais pinta do que bichinha em piada do Costinha. A partir de (1:56)


“Aí a bichinha chegou pro Freddy Krueger e falou: Nófa que unha enorme…”


5 – “UFC de baitola” (redundante?)

Durante uno giocco de beisebol, o protagonista Jesse tem unoentrevero com o bambino Grady e os dois protagonizam una luta que só non é tão gay quanto a de “Borat” porque os lutadores estão vestidos. Ou quase, pois Grady deixa Jesse de bunda de fuora e este tenta lhe tirar a camisa. A briga é interrompida pelo treinador Schneider (outro que terá papel importante nesse subtexto gay do filme) que os manda “assumir suas posições” (!!!) e fazer  una série de flexões. Os dois acabam ficando amigos ou algo mais, conforme veremos adiante no texto.


6 – Ele gosta é de uma cobra

Apesar de serem amicci agora, Grady tenta sacanear Jesse (ou lhe fazer uno favor, depende do ponto de vista). Enquanto o ragazzo dorme no meio de uma aula de biologia, Grady coloca una serpente no pescoço dele. Jesse non percebe e vai deixando a serpente se enrolar em seu pescoço (ou percebe, mas tava tão bom que resolveu deixar). É acordado aos gritos pelo professor de biologia que dá uno piti tão grande que a gente crê que Jesse não é o único nesse filme que entrou para a irmandade.



7 – Bundadas “All night long”

Ao contrário do que diz o senso comum, Jesse é una bicha desarrumada. Sua mãe o manda arrumar o quarto e o que ele faz ? Coloca unosóculos de Elton John, põe “Touch me (All night long)” no toca-fitas (non confundam com “All night long” do Lionel Ritchie) e começa a dançar de forma tão omossessuale quanto Kevin Kline em “Será que ele é?”. Pior na verdade, pois Kevin Kline non fechava as gavetas com a “retaguarda”. O “show” só para per que ele é surpreendido pela mãe e pelo par romântico (suposto) Lisa, interpretado pela Kim Myers


8 – “Menina não entra”

O quarto do bambino(a) é uno caso a parte. Na porta tem unoaviso “Proibida a entrada de garotas”. Conheci uno ragazzo que fazia o contrário: Botava una placa escrito “Banheiro Feminino”, para que qualquer ragazza que entrasse fosse dar (no bom sentido) diretamente no quarto dele.
Há também uno giocco dentro do armário(!!!) dele chamado “Probe”(sonda). Tipo “Sonda Anal”? Igual a que colocaram no culo do Cartman em “South Park”? Dio Santo!
“No Allowed Chicks” está escrito na porta
Foto tirada do “Freddy in Space”

9 – Bar gay, sadomasoquismo e toalhadas na bunda

Se até agora o omossessualismo era só insinuado a partir desse momento do filme ele passa a ser escancarado e sem culpa. Durante a noite, Jesse sai à rua só de pijama e vai parar em uno BAR GAY. Chegando lá ele é surpreendido pelo seu professor de ginástica fazendo cosplay de Rob Halford (só que com menos tachinhas). Ele o obriga a correr em volta da quadra até suar bastante e depois o manda para o chuveiro.

Enquanto Jesse toma banho da forma mais gay possível, o professor de ginástica começa a mexer em algumas cordas, daquelas de pular. Antes que o espectador comece a especular para que ele precisa das cordas, misteriosamente o professor é atacado por todas as BOLAS da sala de educação física e puxado sozinho pelas cordas até os canos do chuveiro.

As cordas o amarram no cano, a roupa dele é rasgada e as toalhas vem flutuando sozinhas bater na bunda dele. Já é o segundo macho de bunda de fuora nesse filme. Até o clip de “Stragni Amore” do Renato Russoconsegue ser mais hétero que isso.

Eis que surge Freddy Krueger com sua luva de dedos afiados como navalhas. Tem uno homem nu de costas para ele, logo…

…você acha que Freddy vai fazer uno exame de toque retal no signore, mas ele acaba só rasgando suas costas com os dedos o que deixa o espectador mais aliviado de não se consultar com uno proctologista chamado Krueger.


10 – Larga a menina para subir em cama de macho

A personagem Lisa deve acreditar em cegonha e em promessa de campanha eleitoral. Com tanta bandeira que o namorado dela dá e ela nem desconfia de nada. Durante una festa à beira da piscina, ela o leva para uno lugar mais reservado para ver se ele “põe a bracciolla para assar”, mas o que acontece? O Freddy Krueger se manifesta (botando sua linguona para fora do corpo de Jesse, pois ele está “dentro” do corpo do ragazzo), ele recusa os carinhos da bambina e vai pular em cima da cama de quem? DE QUEM? Do Grady, seu “amicco”, que tem colado na parede do quarto uno pôster do Limahl, artista dos anni 80 que se assumiu gay recentemente. (não que precisasse  fazer isso). Nem a cena gay de “Retroceder nunca…render-se jamais” é tão constrangedora.



11 – “Tem um homem dentro de mim”

Assustado, Grady concorda que o amicco durma em seu quarto, mas non na mesma cama que a dele. No meio da noite, Jesse acorda e começa a querer “sair” de dentro dele, “uno outro homem”, na verdade Freddy Krueger que precisa dele para se materializar. Se esse papo de “tem outro homem dentro de mim querendo sair para o mundo” non for uma metáfora gay eu non sei mais o que é!


12 – Salsichas em brasa e cervejas espumando

Antes que Freddy se materialize e comece a sua barbárie à beira da piscina, seu poder sobrenatural começa a se manifestar. E como ele faz isso? Fazendo as “salsichas” da churrasqueira pegarem fogo e as latinhas de cerveja estourarem jorrando cerveja para o alto. Capisce? Salsichas pegando fogo? Cervejas espumando e jorrando com força? Use sua imaginação, bello?



13 – Só uma mulher pode me salvar

Una vez que Freddy se materializa, ele só ataca homens. Tanto o professor de educação física, quanto Grady, quanto os caras na piscina, só foi atrás de macho. Ele tem a oportunidade de matar a mocinha, mas refuga e vai embora. Ela vai atrás e se depara com una pessoa em conflito, pois Jesse ainda se manifesta dentro do corpo de Freddy e quer ficar com ela (por incrível que pareça). A Lisa nonotra solução senão beijar (bleargh!) Freddy, o que provoca uno incêndio na fábrica abandonada onde eles estão e daí só sobram ela e o Jesse que saiu de dentro do monstro. Ou seja, foi uno baccio de mulher que “salvou” o bambino. Quer dizer que ele é uno “ex-gay”? Deixa o Malafaia ver esse filme.
Pr. Fredo Malafaia Corleonne, que vai construir uno nuovo armár… templo!

Cotação: 5/10 – Vale pelas (poccas) cenas de terror

Fontes:

http://www.oimparcial.com.br
http://www.freddyinspace.com/
http://campblood.org/
http://www.ninhodamente.com.br/
http://www.theawl.com/
www.imdb.com
http://en.wikipedia.com
www.ciakomus.blogspot.com

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